A -Introdução

Baseados em diversas áreas complementares e que permitem a interacção cultural e educacional para uma compreensão da tecnologia e realações Luso Brasileiras na área da infância e juventude, têm como prioridade:
a) A subjacência no intercâmbio e relacionamento nos países da CPLP nas áreas de desenvolvimento cultural e educacional (complementar) da infância, juventude, docentes e discentes;
b) Incidindência no despertar para a apetência do estudo da tecnologia;
c) Integração dos jovens no conceito de interesses nacionais num amplo objetivo de correlacionação com as F.A. dos respetivos países, através do esclarecimento e conhecimento do papel que lhes compete em cada nação.
d) Proporcionar atividades de conhecimento e lazer conducentes á sua integração social;
e) Esclarecer as oportunidades e carreiras nas FA;
f) Esclarecer e motivar para o binómio Tecnologia/Defesa;
g) Proporcionar uma auto aprendizagem e concepção de projetos feitos em equipa com avaliação e/ou concurso entre si.

B- Caraterização

‐ Uma convergência de acções múltiplas, independentes e diferenciadas que, estudadas e investigadas, resultam numa súmula de pontos de intersecção ou tangenciais que permitem a interacção dos agentes educacionais, sociais e culturais e de defesa.
‐ Um trabalho em parceria que resulta na partilha de conhecimentos conducentes à inovação.
‐ Agrupamento de estudos e investigações através de uma rede internacional de parceiros em permuta de informação.
– Os projectos desenvolvidos têm em comum os interesses e experiências recíprocas. Conduzem a uma multiplicação de resultados e uma minoração de esforços/gastos, com a eliminação de acções repetidas que resultam em quantidade em deterimento da qualidade.

C – Objectivos gerais

– Agregar Instituições públicas e privadas em parcerias e protocolos de cooperação;
– Delimitar matérias pertencentes ao sector público e privado, permitindo uma interacção, aprendizagem e discussão de problemas por via do intercâmbio e permuta de conhecimento;
– Partilhar recursos;
– Identificar problemas comuns, específicos, experiências resultantes de reformas em projectos e avaliação da sua eficácia e/ou necessidade de reformular;
– Localizar parceiros institucionais/individuais para intercâmbio;
– Utilizar recursos comuns para o estudo, investigação e cultura;
– Desenvolver uma cultura de Desenvolvimento Tecnológico Sustentável – DTS.

D – Objectivos específicos

– Formação de educadores para o projeto e respetivas ações;
– Publicação e difusão de projetos jovens e parcerias institucionais de programas internacionais STEM, através da constituição de uma plataforma virtual em rede;
– Informação sobre as peculiaridadesde cada país da CPLP nas vertentes em apreço;
– Análise e avaliação sobre grandes projectos nacionais e internacionais em curso ou em aberto com seguimento de apoio para participação;
– Identificação de agentes que trabalhem nesta área e partilha de conhecimentos;
– Sensibilização do Centro de Análises Estratégicas da CPLP para cooperação.

E – Príncipios

Princípios Analíticos de Trabalho

A sistematização de princípios analíticos para o estudo, investigação e elaboração de propostas e projectos conducentes a uma metodologia uniforme, que:

1- Contemple temas multidisciplinares com pontos tangenciais comuns (lazer, aprender e conceber);
2 – Identifique avalie propostas;
3 – Inove métodos de abordagem e participação;
5 – Crie sinergias diferenciadas e convergentes;
6 – Partilhe esforços com parcerias de conhecimentos;
7 – Proporcione uma visão global das peculiaridades educacionais nacionais.

F – Áreas de Intervenção

Através do triinómio «Educação e Tecnologia e Defesa», a área de intervenção torna‐se aparentemente extensa e abrangente mas de modo simples é de fácil alcance.

1 – Difundir os eventos dos países da CPLP nestas áreas;
2 – Consciencializar docentes e entidades privadas, públicas e governamentais, quanto à importância no desempenho institucional do MPLB (Museu Pedagógico Luso Brasileiro);
3 – Congregar as empresas que se dediquem ao ramo da tecnologia para colaborarem na sua responsabilidade social;
4 – Criar um núcleo de estudos com o objectivo de pesquisar projetos nacionais e internacionais;
5 – Promover encontros entre formadores, coordenadores de projetos, através de eventos específicos ou por via electrónica;

G – Temas

O MPLB (Museu Pedagógico Luso Brasileiro) em constituição, desenvolverá, em parceria com instituições nacionais e internacionais, parcerias que darão lugar a portais temáticos tais como:
‐ Abordagem à sensibilização e abordagem genérica á tecnologia;
‐ Abordagem à componente tecnológica nas FA. (Aeronáutica, Exército e Marinha) no âmbito dos projetos “Fabinho”” Recrutinha” e outros;
‐ Abordagem social – Desempenho de atividades extracurriculares e de lazer na percepção da Defesa Nacional.

H – Estratégia

O MPLB (Museu Pedagógico Luso Brasileiro) assenta em seis factores:

1 – Instituições nacionais que possam prover recursos e instrumentos de trabalho;
2 – Uma permanente formação de Capital Humano;
3 – Um modo efectivo de dinamizar e concretizar parcerias com o sector público e privado, desenvolver projectos e actividades;
4 – Conseguir incentivos não directamente económicos com o objectivo de diminuir os encargos;
5 – A implementação nas áreas político/social dos seus recursos com base na agilização, proporcionada através da optimização de aptidões das equipas em cada área;
6 – A oferta de parcerias para incentivar o aperfeiçoamento e desenvolvimento de capacidades de desempenho.
a) A demonstração das diferentes formas de abordagem de assuntos ou problemas e ensinar como os tratar, usando os instrumentos adequados, é um desejo geral e constatado.
b) Uma rede distribuída ‐ a participação dos vários Grupos Nacionais e Internacionais é factor polarizador e catalítico que tem estado a ser preparado e que agora deve começar a ser concretizado.

I – Organização

Como compromisso de um projecto institucional de prestígio, pretende‐se implementar uma Uma rede distribuída para acção organizada e planeada, tendo como objectivo uma imagem de excelência da CPLP na área da investigação,formação e inovação.
Na perspectiva dos princípios de cada país, o diálogo com os sectores público e privado, as parcerias proporcionam contextos específicos de modo a programar o uso de instrumentos de trabalho inovadores.
A participação de vários investigadores nacionais e convidados de países da CPLP é factor polarizador de uma pretensão de colaboração e diálogo desde sempre demonstrada pelos respectivos governos, instituições e empresas que têm na sua agenda o tema da “STEM”.

J – Missão

Constituir dentro da CPLP uma “Cidadania para a Defesa” nas camadas etárias jovens.